sexta-feira, 3 de julho de 2015

Resenha: Eu, Robô

          Olá, estou um tanto viciada em filmes sobre robôs, portanto hoje temos uma resenha sobre um filme maravilhoso que acabei de assistir.

Ficha Técnica
Título: Eu, Robô
Direção: Alex Proyas
Gênero: Ficção Científica
Ano: 2004
Duração: 115 min.

                                                                                    Resumo:
         
         No ano de 2035 as pessoas já estão acostumadas com a vida ao lado de robôs, menos uma pessoa, o detetive, ele não suporta os robôs. Até que recebe uma chamada sobre uma morte dentro da empresa que fabrica esses robôs e desconfia que o culpado seja um robô. Esse robô é levado pela policia e o detetive começa a fazer perguntas, e então o robô fala que se chama Sonny e nessa mesma conversa solta algumas pistas que o detetive começa a pensar que é sobre essa morte, mas que na verdade é sobre algo muito maior. O detetive é atacado várias vezes pelos robôs, mas em uma dessas vezes os robôs atacam o país inteiro e o detetive junto com uma doutora têm que ir atrás do culpado por tudo isso.
       
Crítica:
         Escrevendo do modo como escrevi, nem parece que é um filme, mas na verdade o filme é bem mais complexo do que parece, pelo menos para mim foi. Enquanto assistia esse filme, um pensamento se infiltrou em mim. É só imaginar que o governo é o responsável por tudo aquilo no filme, e os robôs são os militares, nós continuamos sendo nós. Percebem o que eu estou dizendo? O
filme mostra uma ditadura, onde temos toque de recolher e a falsa impressão de que tudo o que está ocorrendo para nossa proteção. Esse filme mostra a dura realidade que acontece e aconteceu em alguns países onde houve a ditadura, claro que esse filme mostra algumas coisas absurdas, como o fato que em 2035 já termos toda aquela tecnologia, mas é um filme de ficção científica tem que ter esses efeitos fantásticos. Portanto se você não gosta desse tipo de filme, dê uma chance para esse, você não se arrependerá.