quinta-feira, 2 de julho de 2015

Resenha: O Homem Bicentenário

          Olá, hoje temos mais uma resenha de filme, para assim compensar tanto tempo sem a mesma, então vamos lá.

Ficha Técnica
Título: O Homem Bicentenário
Direção: Chris Columbus
Gênero: Ficção Científica
Duração: 131 min

                                                                                    Resumo:
         
           Em um futuro não muito distante (que nem fala na sinopse) os humanos passam a usar robôs para trabalhar para eles. Até que uma família compra um desses robôs e coloca o nome dele de Andrew, e ao passar do tempo descobrem que, o mesmo, tem uma "falha" em seu sistema, pois ele tem características únicas, tem talento e prazeres. E quando o pai dessa família percebe isso passa a tratar o robô de uma certa forma melhor, e passa a ensiná-lo várias coisas, inclusive empresta seus livros para que o robô leia.
           De tanto ler o robô passa a ter a ideia de liberdade e ele quer muito isso, e o dono dele cede a liberdade mas manda o robô para fora da casa. Até que um dia o pai dessa família, que está em seus últimos dias de vida, pede que quer ver o robô e Andrew vai até ele. Passado um tempo e com as novas tecnologias, Andrew consegue ter a textura da pele, o cabelo, os olhos, aparentemente ele é um humano e decide reencontrar a Menininha, que era filha de seu antigo dono e que se davam extremamente bem e conhece também a neta dela, que a principio não de muito bem, mas que com o tempo passam a vivenciar um amor. Mas é uma pena que esse amor não pode ser oficializado, pois as leis não permitem que um humano e um robô se casem.

Crítica:
         Eu interpretei esse filme de uma forma que tem haver com o que a sociedade é hoje. Digamos que a mídia junto com o governo é retratada no filme como sendo a empresa responsável pela criação dos robôs que quer alienar todos, e a população inteira é representada pelos robôs, já Andrew representa a porcentagem mínima de pessoas que pensam e agem por si só, ou seja, são diferentes do resto dos robôs que são comandados, em outras palavras, robô que estão com os olhos vendados.
          E uma coisa muito interessante é que quando Andrew passa a ter realmente sentimentos humanos, ele não só sente coisas boas, como o amor, a alegria e a felicidade, ele também sente as coisas ruins, como o ciúme e a tristeza. Ele passa a ser um humanos de verdade, não de carne e osso e sim de sentimentos. Por isso esse filme me tocou muito, porque ele não é só uma história bonita, ele tem conteúdo.